Platiny Soares contesta altos valores cobrados pela Visnorte

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A Visnorte- Empresa de Vistorias LTDA, responsável pela vistoria veicular, lacrada e cautelar dos veículos no Amazonas e o Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (DETRAN), terão que explicar ao presidente da Comissão de Assuntos Municipais e Revisão Territorial da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Platiny Soares (DEM), o aumento de 1000% nas taxas cobradas aos consumidores.

De acordo com o parlamentar, taxas que antes custavam R$ 11, passaram para o valor de R$ 110, sem qualquer aviso prévio e consulta popular. Platiny apresentou um requerimento, solicitando Reunião Técnica com os responsáveis pela empresa e órgão, no próximo dia 30.

Em discurso na tribuna da Casa, na manhã desta terça-feira (14), o parlamentar questionou a falta de um núcleo da Visnorte, para atender os municípios do interior. A ausência segundo ele faz com que os motoristas tenham que se deslocar para Capital, o que contribui para que muitos deixem os documentos dos veículos em atraso.

“Quero que sejam apresentados os parâmetros que ocasionaram à alta. Essa é uma cobrança indiscriminada, realizada por meio de um péssimo serviço prestado à sociedade”, declarou Platiny Soares.

O democrata criticou o fato de a empresa ser a única credenciada pelo Detran, para a execução dos serviços. Para ele, o monopólio causa prejuízos à população, que “fica subjugada a um péssimo atendimento”.

Segundo o deputado Augusto Ferraz (DEM), os valores são absurdos e sugerem “maracutaia” no setor.  “Essa empresa está acabando com o contribuinte, o senhor está certo em trazer à luz esses questionamentos”, enfatizou.

Crise no PIM

O fechamento da linha de produção da fábrica Indian, que produz motocicletas de luxo no Polo Industrial de Manaus (PIM), foi lamentada pelo deputado Platiny Soares (DEM).

Em pronunciamento na manhã desta terça-feira (14), o parlamentar se mostrou preocupado com a extinção dos postos de trabalho e com a possibilidade de mais empresas deixarem o PIM.

“Precisamos de planejamento, não podemos deixar que as empresas saiam e que nossos trabalhadores sofram sem emprego. Não podemos ficar calados, assistindo a Zona Franca ir embora”, ponderou.

De acordo com matéria publicada no Jornal Diário do Amazonas, a empresa só retorna suas atividades, após sentir que o cenário econômico do país está dando sinais de recuperação.

 

 

 

 

 

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